1.     Introdução

 

O Projeto Curricular de Escola (PCE) é um dos documentos estruturantes do trabalho e dinâmicas de uma escola. É ele que projeta e dá forma à Missão da escola, partindo das orientações definidas no Projeto Educativo da Escola (PEE), sustentando e orientando os Projetos Curriculares de Sala, articulando-se sempre com o Plano Anual de Atividades, no respeito pelo Regulamento Interno.

Para facilitar a sua leitura deve entender-se como o documento articulador, quer das práticas educativas, quer das dinâmicas sociais subjacentes a qualquer ambiência escolar.

O PCE é um documento elaborado anualmente, com vista a servir um ano letivo específico, operacionalizando, ao nível de escola, o que os órgãos de gestão pedagógica entendem ser a prática mais adequada à população escolar a que se destinam.

Para tal, tendo como base o Projeto Educativo da Escola (PEE), documento elaborado e aprovado pela Direção para um triénio e que define as temáticas e estratégias a abordar durante um período de 3 anos, o Projeto Curricular de Escola deve atender e definir a prática pedagógica adequada às necessidades da comunidade em geral e dos alunos em particular, em cada ano letivo.

No âmbito do tema aglutinador definido no PEE para o triénio 2013/2016, “Na amizade, crescer com a Arte… olhar, sentir e criar com alegria”, propomo-nos desenvolver ao longo do presente ano letivo o subtema” Ser…a brincar”.

Pretende-se fomentar na criança o gosto e o conhecimento cultural e artístico, promovendo o contacto com a expressão dramática, assim como, o desenvolvimento das suas capacidades de representação através de atividades como a imitação, a interpretação de imagens e reproduções, desenho, pintura, construção modelagem e faz-de-conta. Através da expressão dramática objetiva-se consolidar competências e oportunidades de aprendizagens significativas, numa perspetiva de desenvolvimento cultural das crianças.

Este documento protagoniza assim uma Gestão Flexível do Currículo permitindo que a escola seja autónoma nas suas decisões pedagógicas, promovendo necessariamente o sucesso escolar e o desenvolvimento integral das crianças enquanto futuros cidadãos conscientes, responsáveis e ativos na sociedade em que se inserem.

 

 

 

2.     Princípios Orientadores da Instituição

A AAASE, como Instituição Salesiana centra-se nos fundamentos educacionais deixados por S. João Bosco, que assentam na singularidade do seu sistema preventivo.

A razão, a religião e o amor são as três grandes premissas pelas quais se rege a nossa pedagogia.

A aplicação deste sistema prevê:

    • Criar um ambiente familiar que promova, estimule e apoie o gosto pelo bem;
    • Marcar uma presença contínua e positiva na vida das crianças;
    • Ajudar a superar vivências que possam incidir negativamente no crescimento integral da sua personalidade;
    • Desenvolver positivamente o seu potencial interior;
    • Prevenir o aparecimento de rotinas, situações e hábitos desajustados.

 

Missão da AAASE:

“Educar para o Bem”

 

Visão da AAASE:

“Uma instituição de referência no campo educativo, aberta a novos desafios e de profunda vivência de cariz salesiano ”.

 

Valores da AAASE:

    • Alegria
    • Amizade
    • Partilha
    • Solidariedade
    • Espiritualidade
    • Pedagogia Preventiva
    • Responsabilidade
    • Respeito pelo ambiente.

 

 

 

2.1.Princípios Orientadores da Creche

 

Os primeiros anos de vida da criança correspondem a uma importante fase do seu crescimento, onde através dos seus sentidos ela inicia o conhecimento, adaptação e exploração do mundo exterior. Entender e respeitar as características de cada etapa que a criança vai atingindo, proporcionando apoio e demonstrando compreensão, é permitir que o seu desenvolvimento aconteça de forma harmoniosa.

É de extrema importância que as crianças possuam uma rotina diária consistente.

Esta deve promover trocas afetivas, respeitar o ritmo de cada criança respondendo efetivamente às suas necessidades individuais e proporcionar experiências significativas, fazendo com que cada uma se sinta mais segura e confiante.

Por se repetirem sistematicamente, os momentos de rotina constituem uma referência de segurança para as crianças. Quanto mais pequena é a criança mais necessidade ela tem de tempos referenciais.

Deste modo pretendemos valorizar os seguintes momentos de rotina:

    • Acolhimento;
    • Alimentação;
    • Higiene;
    • Tempo de repouso;
    • Tempo de brincadeira;

Cada um destes momentos é facilitador privilegiado de comunicação e estabelecimento de relações entre adulto/criança e criança/criança.

Toda a atividade realizada na Creche tem por base um Currículo, ou seja, o desenvolvimento global da criança é promovido com base num conjunto de estratégias e práticas educativas, assentes em metodologias e supervisão pedagógicas.

 

2.1.1.  Papel do Educador

 

Os educadores têm um papel fundamental no desenvolvimento das crianças. Assim, a sua função deverá ser a de mediador do desenvolvimento e incentivador da autonomia da criança.

Uma das funções do adulto, na educação da criança, é favorecer a sua aprendizagem e assegurar que as suas vivências contribuam para um desenvolvimento integral.

Nesse sentido, o educador orienta a sua prática para que todas as experiências se processem num ambiente fisicamente seguro, cognitivamente desafiador e emocionalmente estável. É durante esta fase que, se todas as necessidades da criança forem prontamente atendidas, elas desenvolvem a confiança e gradualmente adquirem autonomia.

 

A ação do educador na Creche:

    • Respeitar os estádios de desenvolvimento da criança sem ultrapassar etapas, considerando o ritmo e a necessidade de cada criança como ser individual;
    • Valorizar e escutar a criança contribuindo para o seu bem – estar e auto – estima;
    • Proporcionar à criança um ambiente estável, calmo e acolhedor, tendo em conta o seu desenvolvimento harmonioso;
    • Favorecer o contacto com as várias formas de expressão e comunicação com o intuito de promover novas experiências;
    • Incentivar a colaboração dos pais no processo educativo através da participação em várias iniciativas (caderno do aluno e carta de apresentação do educador);
    • Permitir o desenvolvimento da autonomia e da confiança sempre que possível;
    • Promover o trabalho em equipa.

 

2.1.2.  Objetivos Gerais da Creche

 

    • Proporcionar o atendimento individualizado da criança num clima de segurança;
    • Colaborar estritamente com a família numa partilha de cuidados e responsabilidades em todo o processo evolutivo da criança;
    • Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas;
    • Proporcionar à criança um ambiente de estabilidade e segurança afetiva;
    • Contribuir para uma boa integração no meio físico e social envolvente, permitindo à criança oportunidade de observar e compreender o que se passa à sua volta de forma a participar de maneira mais adequada;
    • Desenvolver capacidades de experimentação, comunicação e criatividade;
    • Incentivar a participação das famílias no processo educativo.

 

 

 

2.1.3.  O Currículo de Creche

 

Estratégias e Indicadores

 


 


ESTRATÉGIAS


INDICADORES


Identidade e Autonomia



    • Exploração das partes do próprio corpo e identificação de algumas delas;

    • Exploração dos sentidos;

    • Manifestação das emoções;

    • Exploração das potencialidades motoras;

    • Interiorização gradual das rotinas do grupo;

    • Regulação gradual das necessidades básicas.

    • Identifica o corpo e algumas das suas partes;

    • Vivência os 5 sentidos;

    • Gatinha, caminha, sobe e desce, chuta, pedala;

    • Faz rabiscos e garatujas;

    • Adaptação progressiva à rotina;

    • Respeita regras básicas de convivência;



Controlo gradual dos esfíncteres (diurno);


Exploração do meio físico e social



    • Adaptação à escola;

    • Participação progressiva nas atividades de grupo;

    • Cumprimento progressivo de regras de convivência;

    • Exploração, manipulação, e utilização de objetos do seu meio;

    • Observação de plantas e animais do seu meio;

    • Colaboração com o adulto no cuidado de si própria;

    • Mostra progressivamente autonomia nos espaços habituais;

    • Participa progressivamente em festas;

    • Manipula e explora objetos.



 


Expressão e Comunicação



    • Compreensão de mensagens simples;

    • Interpretação de imagens quotidianas;

    • Atenção e compreensão de histórias e narrações simples;

    • Manipulação de objetos de diversas cores;

    • Discriminação e produção de sons e onomatopeias/Interpretação de canções simples;

    • Utilização dos diferentes meios de expressão plástica e comunicação;

    • Manuseamento de diferentes tipos de materiais;

    • Sensibilização para a expressão plástica em pequeno e grande grupo.

    • Utilização das potencialidades expressivas do corpo;

    • Ordenação de objetos;

    • Compreende ordens simples;

    • Aumenta progressivamente o vocabulário quotidiano;

    • Manipula materiais e utensílios;

    • Explora sons do corpo, de objetos e de materiais;

    • Movimenta-se ao ritmo da música;

    • Manipula objetos com diferentes características.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.2.Princípios Orientadores do Pré-Escolar

 

 

 

“Sendo importante que a educação pré-escolar garanta as condições de futuras aprendizagens com sucesso, não se pretende que se centre na preparação da escolaridade obrigatória mas que garanta às crianças um contacto com a cultura e os instrumentos que lhes vão ser úteis pata continuar a aprender ao longo da vida.” (Silva & Núcleo da Educação Pré-Escolar, 2002: 93).

 

 

 

A educação pré-escolar é a primeira etapa de educação ao longo da vida e portanto deve promover o desenvolvimento global de cada criança para que esta se consiga integrar na sociedade como um ser “autónomo, livre e solidário”.

 

Para que isso seja possível, a nossa prática educativa será orientada tendo por base as Orientações Curriculares, emanadas pelo Ministério da Educação, as quais se regem pelos seguintes pressupostos:

 

 

 

 

    • A educação pré-escolar é crucial, uma vez que pode criar os alicerces para o desenvolvimento pessoal e social.

 

    • Considerando a Educação Pré-Escolar como um processo, não é necessário definir o que as crianças devem aprender. A progressão e a diferenciação das aprendizagens pressupõem que todas e cada uma das crianças tenham ocasião de progredir a partir do nível em que se encontram.

 

    • A educação Pré-Escolar situa-se na continuidade de um processo que se iniciou com a família (ou instituição educativa). Com diferentes percursos, características, origens, as crianças (e famílias) apresentam informação pertinente que deve ser gerida no sentido de promover, para o futuro, um bom plano relacional (com a família e com a criança) mas também com a comunidade. O educador deve encontrar estratégias que passem por um amplo conhecimento da história individual de cada criança.

 

    • A transição de crianças entre diversos ciclos provoca também alterações a hábitos que deve ser prevenida pelo Educador, o que pressupõe uma efetiva relação entre docentes.

 

 

2.2.1.  O Papel do Educador no Pré-escolar

 

A intencionalidade do processo educativo que caracteriza a intervenção do educador passa por diferentes etapas interligadas que se vão sucedendo e aprofundando:

 


 Observação


Observar cada criança e o grupo para conhecer as suas capacidades, interesses e dificuldades;


Recolher informação sobre o contexto familiar e cultural;


O conhecimento da criança e da sua evolução constitui o fundamento da diferenciação pedagógica que parte do que ela sabe e é capaz de fazer;


Este conhecimento pressupõe produtos das crianças, diferentes formas de registo, reconhecimento do meio, da família, etc.


A observação é a base do Planeamento e da Avaliação, constituindo o mais válido suporte da intencionalidade educativa.


Planificação


Planear o processo educativo, a partir do que o Educador conhece é condição para proporcionar um ambiente estimulante de desenvolvimento que promova aprendizagens significativas e diversificadas;


Implica a reflexão sobre as suas intenções educativas e as formas de as adequar ao grupo;


Permite a previsão e a organização de recursos;


Permite a articulação entre as diversas áreas de conteúdo;


Permite um processo de partilha e interação do grupo facilitador da aprendizagem e do desenvolvimento.


Ação


Concretizar na ação as intenções educativas, envolvendo quer o grupo quer a comunidade (pais, famílias, técnicos auxiliares, outros docentes, etc.) é uma forma de alargar as interações das crianças e enriquecer o processo educativo.


Avaliação


Avaliar o processo é tomar consciência da ação para a adequar e estabelecer a progressão das aprendizagens, bem como para melhorar os aspectos organizativos e os recursos.


Comunicação


O conhecimento que advém do desenvolvimento global da criança é enriquecido pela partilha com todos os outros adultos que dividem as responsabilidades;


A troca de opiniões fornece indicações importantes para a educação da criança;


A apresentação do trabalho desenvolvido permite um feedback interativo.

 

 

 


Articulação


É fundamental que o educador assegure e promova a continuidade educativa e a transição para a escolaridade obrigatória.


É também função do educador proporcionar condições para a aprendizagem com sucesso na fase seguinte, nomeadamente através da colaboração com as famílias e com os docentes consequentes.

 

 

 

O papel das famílias (pais, avós, tios, encarregados de educação não familiares, etc.) é também de essencial importância, pelo que deverá existir uma real colaboração entre adultos, que não se esgote nas atividades pontuais e de carácter extraescolar, mas que se consubstancie numa intensa atividade de coresponsabilização e de coordenação educativa.

 

Por último, o espaço fundamental do meio envolvente (Comunidade), que deverá ser um espaço de colaboração e partilha constantes, com vista à criação de efetivas redes de parceria que objetivem um desenvolvimento sustentado do espaço de implantação da Escola e da relação Comunidade / Escola.

 

 

 

2.2.2.  Objectivos Gerais do Pré-Escolar

 

O princípio geral e os objectivos pedagógicos do Pré-escolar enquadram os seus fundamentos e organização nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (Ministério de Educação, 1997), de acordo com conteúdos, métodos e técnicas apropriadas, tendo em conta a articulação com o meio familiar. A educação pré-escolar destina-se às crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a idade de entrada no ensino básico.

 

De seguida apresentam-se, por tópicos e com base no texto da Lei-Quadro, as principais afirmações e conceitos, que sustentam os seus objetivos, fundamentos e organização:

 

 

 


Objectivos, fundamentos e organização


Principais conceitos


“A Educação Pré-Escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida.”


“Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o processo de aprendizagem.”



    • Educação ao longo da vida

    • Aprender a aprender

    • Igualdade de oportunidades

    • Sucesso escolar

    • Pedagogia Estruturada

    • Carácter lúdico

    • Sucesso de aprendizagem


 

 

 


“Favorecer a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança.”


Formação e desenvolvimento


“Estimular o desenvolvimento global da criança, no respeito pelas suas características individuais, desenvolvimento que implica favorecer aprendizagens significativas e diferenciadas.”



    • Interligação desenvolvimento/aprendizagem

    • Criança como sujeito do processo educativo

    • Partir do que a criança sabe

    • Educação para todos

    • Escola Inclusiva

    • Planeamento para o grupo

    • Funcionamento do Estabelecimento Educativo



“Tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário.”


“Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiencias da vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania.”


Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade.”


“Proporcionar ocasiões de bem-estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva.”



    • Desenvolvimento Pessoal e Social

    • Organização do ambiente educativo

    • Formação pessoal e social

    • Bem-estar e segurança



“Desenvolver a expressão e comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo.”


“Despertar a curiosidade e o espírito crítico.”



    • Expressão e comunicação

    • Conhecimento do mundo

    • Articulação de conteúdos

    • Curiosidade e espírito crítico



“Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efetiva relação com a comunidade.”



    • Participação da Família

    • Participação da Comunidade

    • Projeto Educativo de estabelecimento


 

 

 

  Lei nº. 5/97, de 10 de Fevereiro, Lei-Quadro do Pré-escolar 

 

 

 

 

2.2.3.  Áreas de Conteúdo

 

 “Áreas de Conteúdo” é um termo habitual na educação pré-escolar para designar formas de pensar e organizar a intervenção do educador e as experiências proporcionadas às crianças. Estas contribuem para o desenvolvimento global da criança.

 

As diferentes áreas de conteúdo, estão interligadas e partem do desenvolvimento da criança, da sua criatividade espontânea e lúdica, estimulando o seu desejo de criar, explorar e transformar, para incentivar formas de ação reflectida e progressivamente mais complexa.

 

As Áreas de Conteúdo no pré-escolar são as seguintes:

 

- Área de formação Pessoal e Social

 

- Área de expressão e comunicação

 

 

    • Domínio da linguagem oral e abordagem à escrita

 

    • Domínio da Matemática

 

    • Domínio das expressões: motora, dramática, plástica e musical

 

 

 

 

Objectivos Específicos e Estratégias de Aprendizagem por Áreas de Conteúdo

 

Área de Formação Pessoal e Social

 


Conteúdos


 



    • Estimular e desenvolver competências nas áreas da socialização.


 


Objetivos


 



    • Conhecer a imagem corporal global e as principais partes do corpo;

    • Ter iniciativa, planificar e sequenciar a própria ação para resolver situações do dia-a-dia;

    • Promover o autoconceito desenvolvendo a autoestima e a autoconfiança, estimulando a tomada de iniciativa e a resolução de situações do dia-a-dia;

    • Organizar as diferentes fases de concretização de uma determinada ação;

    • Adquirir confiança e segurança em si próprios;

    • Consolidar a aquisição de hábitos de higiene, cuidados com a saúde, com a alimentação e com o vestuário, cumprindo com autonomia a sua aplicação;

    • Conhecer e explorar os cinco sentidos;

    • Valorizar a convivência de grupo, aceitando as diferenças e estimulando a inserção e participação ativa em grupo;

    • Desenvolvimento de diversos projetos que vão de encontro às necessidades das crianças;

    • Reconhecer as diferenças entre rapaz e rapariga aprendendo a desenvolver atitudes de respeito;

    • Manifestar os afectos, expressar emoções e sentimentos;

    • Promover a educação de valores, alargando o significado do seu próprio bem-estar e do coletivo.


 


 


 


 


Estratégias


 


 


 


 


 


 


 


 


 



    • Realizar jogos de identificação do corpo, jogos manipulativos;

    • Vestir e despir-se sozinho;

    • Apertar botões;

    • Mapas de Presenças e Tarefas;

    • Trabalhar diferentes tipos de tabelas;

    • Realizar diferentes atividades com vista ao desenvolvimento das capacidades motoras, sensitivas e expressivas;

    • Realizar atividades que lhe são atribuídas, responsabilizando-se pelo seu cumprimento;

    • Desenvolver o espírito de cooperação através de trabalho em equipa;

    • Brincar em conjunto com outras crianças, reconhecendo o valor da partilha dos materiais, envolvendo--se em brincadeiras competitivas, aceitando as decisões dos outros, ajudando e pedindo ajuda realizando uma tarefa até ao fim;



    • Realizar jogos de identificação do corpo, jogos manipulativos;

    • Desenvolver atividades do dia-a-dia;

    • Esperar pela sua vez, desenvolvendo a sua capacidade de saber ouvir;

    • Estimular diferentes atividades que desenvolvam os gostos e as preferências;

    • Fazer a sua higiene, regularmente e por sua própria iniciativa;

    • Resolução de conflitos entre os pares.


 

 

 

 

 

 

 

 


 


 


 


 


 


 


Metas de Aprendizagem


(No final do pré-escolar a criança deve...)


 


 


Ao nível da Identidade/Autoestima:



    • Identificar as suas características individuais, manifestando um sentimento positivo de identidade e tendo consciência de algumas das suas capacidades e dificuldades;

    • Expressar as suas necessidades, emoções e sentimentos de forma adequada;

    • Demonstrar confiança em experimentar atividades novas, propor ideias e falar num grupo que lhe é familiar.


 


Ao nível da Independência/Autonomia:



    • Realizar, sem ajuda, tarefas indispensáveis à vida do dia-a-dia (como por exemplo, vestir-se/despir-se; etc.);

    • Comer sozinha sem precisar de ajuda e utilizar corretamente os talheres;

    • Identificar os comportamentos corretos a ter nas refeições;

    • Identificar os diferentes momentos da rotina diária da sala, reconhecendo a sua sucessão, o que faz em cada um deles e para quê;

    • Encarregar-se das tarefas que se comprometeu realizando e executando as mesmas de forma autónoma;

    • Escolher as atividades que pretende realizar e procurar autonomamente os recursos disponíveis para as levar a cabo;

    • Demonstrar empenho nas atividades que realiza (por iniciativa própria ou propostas pelo educador), concluindo o que foi decidido fazer e procurando fazê-lo com cuidado;

    • Manifestar curiosidade pelo mundo que a rodeia, formulando questões sobre o que observa;


 



    • Revelar interesse e gosto por aprender, usando no quotidiano as novas aprendizagens que vai realizando;

    • Manifestar as suas opiniões, preferências e apreciações críticas, indicando alguns critérios ou razões que as justificam;

    • Aceitar algumas frustrações e insucessos (perder ao jogo, dificuldades de realizar atividades e tarefas) sem desanimar, procurando formas de as ultrapassar e de melhorar;

    • Utilizar adequadamente normas de convivência (cumprimenta, agradece, pede se faz favor, …).


 


 


 


Ao nível da Cooperação:



    • Partilhar brinquedos e outros materiais com colegas;

    • Dar oportunidade aos outros de intervirem nas conversas e jogos e esperar a sua vez para intervir;

    • Demonstrar comportamentos de apoio e entreajuda, por iniciativa própria ou quando solicitada;

    • Participar na planificação de atividades e de projetos individuais e coletivos, explicitando o que pretende fazer, tendo em conta as escolhas dos outros e contribuindo para a elaboração de planos comuns;

    • Avaliar, apreciando criticamente, os seus comportamentos, ações e trabalhos e os dos amigos, dando e pedindo sugestões para melhorar.


 


Ao nível da Convivência Democrática/Cidadania:



    • Contribuir para a elaboração das regras de vida em grupo, reconhecer a sua razão e necessidade e procurar cumpri-las;

    • Aceitar a resolução de conflitos pelo diálogo e as decisões por consenso maioritário, contribuindo com sugestões válidas;

    • Perante opiniões e perspetivas diferentes da sua, escutar, questionar e argumentar, procurando chegar a soluções ou conclusões negociadas;

    • Manifestar atitudes e comportamentos de conservação da natureza e de respeito pelo ambiente.


 


Ao nível da Solidariedade/Respeito pela Diferença:



    • Reconhecer a diversidade de características e hábitos de outras pessoas e grupos, manifestando respeito por crianças e adultos, independentemente das diferenças;

    • Reconhecer que as diferenças contribuem para o enriquecimento da vida em sociedade, identificando esses contributos em situações do quotidiano.


 

 

 

 

 


 

 

 

Área de Expressão e Comunicação – Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita

 

 

 


Conteúdos


 



    • Desenvolver a linguagem através de aquisição e enriquecimento de vocabulário;

    • Utilizar a linguagem oral e começar a reconhecer a importância da escrita;

    • Desenvolver competências de leitura e de escrita;

    • Novas tecnologias.


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Objetivos


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Domínio da Linguagem Oral:



    • Enriquecimento do vocabulário;

    • Utilizar a linguagem para expressar sentimentos, ideias e necessidades;

    •  Saber ouvir os outros com atenção, transmitir mensagens e recados e contar histórias com sequência;

    •  Desenvolver as possibilidades lúdicas da linguagem;

    • Ser capaz de brincar com as palavras;

    • Reconhecer fonemas;

    • Desenvolver a capacidade de raciocínio, de atenção e memorização;

Candidaturas 2018-2019

 

 

Aceitam-se candidaturas para o ano letivo 2018-2019, a partir de dia 02 de Janeiro de 2018.

A escola poderá ser visitada, mediante marcação.

Dias preferenciais: terças, quintas e sextas-feiras pelas 10:00h.

Ficha de candidatura

Folheto informativo

Missão, Visão e Valores

 

Apoiar a AAASE


Somos um Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos e de utilidade pública, que dirige a sua atividade principal para a educação e ainda para o apoio às famílias e comunidade.

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